Quinta-feira, 22 de Abril de 2010

 

Che

 

Che (Ernesto Guevara de la Serna) vira o q nós víramos, sentira como nós nos sentíramos, ultrajado pelas injustiças fundamentais da "condição humana", mas, ao contrário de nós, fizera qualquer coisa em relação a isso.

 

Que os seus métodos fossem duvidosos, a sua filosofia politica superficial, a sua moralidade cruel, o seu derradeiro sucesso impossível, parecia (talvez ainda pareça) menos importante do q o facto de ele ter assumido como sua a responsabilidade de lutar contra o q acreditava ser errado, embora nunca tivesse tido a certeza do que, em sua substituição, fosse certo.(pag 67)

 

(...) Che assumiu, com teimosa obstinação, o papel de herói romântico, e tornou-se a figura que a minha geração precisava para desculpar a nossa consciência.

 

Thoreau fez a famosa declaração de que a "acção por princípio, a percepção e o desempenho do bem, altera as coisas e as relações; é essencialmente revolucionária e não consiste absolutamente de nada que tenha existido. Não divide apenas estados e igrejas, divide famílias; ah!, divide o indivíduo, separando nele o diabólico do divino". (pag 70)

 

in No Bosque do Espelho, Albert Manguel, Dom Quixote,

 

A foto é tirada com telemóvel Nokia E72 na estação de entrecampos em Lisboa



publicado por baldino às 23:04 | link do post | comentar

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